Para quem não me conhece apenas precisa de saber que estou no 2º ano de um curso superior de comunicação e como tal devo ter certas aptidões mais desenvolvidas que pessoas noutras áreas, assim como todos os meus colegas de curso. No entanto, chamaram-me à atenção que tal não ocorre. Ou melhor dizendo, algumas pessoas demonstraram tal opinião.
Passando a explicar, o segundo semestre iniciou dia 14 de Fevereiro, ou seja, hoje foi o segundo dia de aulas, e neste dois dias a minha coordenadora de curso fez questão de nos dizer o quanto péssimos somos a escrever, alegando que a culpa não era nossa mas do nosso sistema de ensino anterior. Para começar gostaria de saber então porque existem tantos professores mentirosos que no semestre passado elogiaram o geral do curso dizendo que escreviamos muito bem. Agora eu pergunto será que escrevo assim tão mal ou estes métodos de encorajar os alunos a serem melhores é que precisavam de uma revisão?
Sim, eu sei que o ensino em Portugal é atroz e que cada vez fica pior, nomeadamente com os chamados apoios do Governo que oferece mais dinheiro às escolas privadas do que às públicas e aprova de ano automaticamente os alunos que reprovaram um determinado número de vezes. Mas mesmo assim não me parece que eu ou os meus colegas (sendo alguns deles burros que nem portas) não consigamos redigir um texto com o mínino de coerência.
Isso fica para vocês decidirem!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Insólitos cabeleireiro
No cabeleireiro, dia 22 de Outubro de 2009
E não é que estou no cabeleireiro, já com o cabelo cortado e entra por lá a dentro uma mulher, com os seus 30 e tais a barafustar. A questão é que barafustava porque no dia anterior tinha cortado o cabelo naquele mesmo cabeleireiro com o pedido de lhe cortarem o cabelo em linha recta, nas pontas, porque já devia ter as pontas espigadas.
Pois bem, a mulher alegava que não tinham feito o que pediu, pelo contrário, tinham escadeado o cabelo e que conseguia encontrar pontas desproporcionais por todo o lado. Mas se a história ficasse por aqui, viveríamos num mundo bem melhor, no entanto, a história continua.
A dita cuja mulher, berrava, para que toda a superfície da loja, todas as paredes, todos os bancos, estremecessem e ouvissem (sim, porque nós temos ouvidos e ouvimos bem sem os berros) que a cabeleireira que tinha feito o serviço era doida e que não batia bem. Para além destas palavras injuriosas, também acrescentou: “Sim, porque eu sou uma professora universitária e hoje nem fui dar aulas, porque tive vergonha!! Com este cabelo…Como é possível?”
A mulher pediu o livro de reclamações e para além da reclamação que fez ainda conseguiu que lhe cortassem o cabelo como queria.
Mas agora é que vem a melhor parte, esta amostra de gente estava vestida com umas calças de ganga com um corte péssimo, uma t-shirt justa com uma estampagem a imitar a ganga e ainda umas sapatilhas da nike, da moda de 1996 com uma meinhas pequeninas. Quando se sentou, dava para ver sapatilha, meia, pele e calça que, quase que ponho as mãos no fogo que eram de boca-de-sino. A minha pergunta é: Porque é que ela estava preocupada com o cabelo??
É que o cabelo era a melhor parte que se aproveitava. Ela devia era preocupar-se com a gordura, com a roupa, com a estupidez e com a língua que só soltava palermices.
E ainda pior, alguém me sabe responder qual é o tipo de roupa que se deve usar para dar aulas no ensino universitário? Será que também é preciso os alunos levaram algum tipo de roupa especifico? Será que ando a vestir-me bem para a faculdade? Meu Deus! Estou a ficar preocupado com a minha postura na Universidade.
Eu não sei se a senhora era ou não professora Universitária, mas se fosse, como dá para ver, este é só um exemplo da porcaria de professores que temos no ensino. Acho que devíamos ter uma cadeira de Moda para que isto não aconteça novamente.
E não é que estou no cabeleireiro, já com o cabelo cortado e entra por lá a dentro uma mulher, com os seus 30 e tais a barafustar. A questão é que barafustava porque no dia anterior tinha cortado o cabelo naquele mesmo cabeleireiro com o pedido de lhe cortarem o cabelo em linha recta, nas pontas, porque já devia ter as pontas espigadas.
Pois bem, a mulher alegava que não tinham feito o que pediu, pelo contrário, tinham escadeado o cabelo e que conseguia encontrar pontas desproporcionais por todo o lado. Mas se a história ficasse por aqui, viveríamos num mundo bem melhor, no entanto, a história continua.
A dita cuja mulher, berrava, para que toda a superfície da loja, todas as paredes, todos os bancos, estremecessem e ouvissem (sim, porque nós temos ouvidos e ouvimos bem sem os berros) que a cabeleireira que tinha feito o serviço era doida e que não batia bem. Para além destas palavras injuriosas, também acrescentou: “Sim, porque eu sou uma professora universitária e hoje nem fui dar aulas, porque tive vergonha!! Com este cabelo…Como é possível?”
A mulher pediu o livro de reclamações e para além da reclamação que fez ainda conseguiu que lhe cortassem o cabelo como queria.
Mas agora é que vem a melhor parte, esta amostra de gente estava vestida com umas calças de ganga com um corte péssimo, uma t-shirt justa com uma estampagem a imitar a ganga e ainda umas sapatilhas da nike, da moda de 1996 com uma meinhas pequeninas. Quando se sentou, dava para ver sapatilha, meia, pele e calça que, quase que ponho as mãos no fogo que eram de boca-de-sino. A minha pergunta é: Porque é que ela estava preocupada com o cabelo??
É que o cabelo era a melhor parte que se aproveitava. Ela devia era preocupar-se com a gordura, com a roupa, com a estupidez e com a língua que só soltava palermices.
E ainda pior, alguém me sabe responder qual é o tipo de roupa que se deve usar para dar aulas no ensino universitário? Será que também é preciso os alunos levaram algum tipo de roupa especifico? Será que ando a vestir-me bem para a faculdade? Meu Deus! Estou a ficar preocupado com a minha postura na Universidade.
Eu não sei se a senhora era ou não professora Universitária, mas se fosse, como dá para ver, este é só um exemplo da porcaria de professores que temos no ensino. Acho que devíamos ter uma cadeira de Moda para que isto não aconteça novamente.
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